CineEco 2001

VII Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente da Serra da Estrela

12 de Outubro a 21 de Outubro de 2001

Filmes a Concurso

Filmes Premiados

 

Obras a Concurso
Quase sete dezenas de obras concorrem ao Cine Eco 2001, nas diversas secções em competição. Há a referir desde logo uma forte presença portuguesa, com títulos de autores consagrados como Carlos Brandão Lucas, Edgar Pera ou Pedro Sena Nunes. Mas o mundo lusófono está ainda presente com a participação de um forte contigente de obras provenientes do Brasil (onde se destacam a de Lucélia Santos, sobre Timor Lorasae, em estreia mundial, fora do Brasil, ou a de Washington Novaes, um dos mais prestigiados ambientalistas de todo o mundo) ou de Moçambique, que inscreveu oito títulos de qualidade surpreendente).

Mais de uma dezena de países estão representados, do Japão aos EUA, passando pela Eslováquia, Lituânia, Espanha, Inglaterra, França, Suíça.

De Inglaterra, chega-nos um trabalho da Aardman (a produtora da fabulosa “A Fuga Das Galinhas”), enquanto a França enviou uma dúzia de filmes, entre os quais “Les Enfants du Marais, que inaugurou oficialmente o Festival de Ambiente de Washington.

Por países, vejamos as inscrições. Do Brasil, Alma Açoriana, de Penna Filho, A Bela e os Pássaros, de Marcelo e Paolo, Camara Cascudo, de Ricardo Miranda. O Desafio do Lixo, de Washington Novais, Gilbertianas – I E Ii, de Ricardo Miranda, Piano e Ganzá, de Estela Padovan, e Timor Lorosae – O Massacre que o Mundo Não Viu, de Lucélia Santos.

The Dunajská Luhy Protected Landscape Area, de Ludovit Hanak, vem da Eslováquia, enquanto a Espanha enviou La Atmosfera de la Ciudade, de José M. Grevara Senciales, My World, de Leandro Blanco e Vivendo entre Tiburones, de Manu San Felix e Leandro Blanco. Dos EUA chega-nos uma longa metragem, Lalee’ Kim, de Susan Froemke e ainda Hotspots, e Chalalan: The Story of a Dream de de Harold Castro.

De França poderemos ver no Cine Eco 2001, Les Enfants du Marais, de Jean Becker, L’ Afrique Intime, de Christophe Rey, Burger Burp’s and The Happy Farmer, de Gérard Ollivier, Conte de la Montagne, de Daisy Lamothe, Entre Nous, de Serge Lalou, L’ Entzenbach, Romuald Weber, Un Peu de Bedoin, de Waldak Weisz, Reyksavic, des Alfes Dans la Ville, de Solveig Andpach, Romance de Terre et Eau, de Jaen-Pierre Duret e Andrea Santana, Urgence Sauvage, Péril en la Demeure, Cascio Christian e Un Zoo Dans la Ville, de Marion Lary.

Crusader of The Ganges, de Daniel Whistler e Wwf Biodiversity, de Luis Cook, trazem a marca dos estúdios ingleses e The Abc’s of Football, de Itamar Rotem representa Israel. Rosia Chiasaki, de Hideya Kamakura (Japão) e Seymina, de Rimantas Gruodis (Lituânia), e Borromini, San Carlino E Il Suo Doppio Demezzato, de Mirto Storni (Suiça) são outros títulos de que muito se espera.

De Moçambique, Carvão Nosso de Cada Dia, Contos Tradicionais, Um Lugar Para Não Viver, Quando o Mar Bate na Rocha, Queimadas Descontroladas, Tartarugas Marinhas na Costa de Inhaca, Transfronteira, Turismo Destruidor, trazem as assinaturas de Sol de Carvalho e Chico Carneiro.

Finalmente, Portugal está largamente representado com Alqueva, de Mário Lino, A Bíblia na Arte, de Paulo d’Alava, Bodysahapes, Texturescapes, de Pedro Azevedo, Cidadania, de António Pinto, Fernando Pinto, Paulo d’Alva, Com Quase Nada, de Carlos Barroco, Os Dedos, de Hilário Amorim, Desertos, de Bárbara Lemos Cabaço, Em Nome do Espírito Santo, e Paisagens Magaliticas, ambos de Carlos Brandão Lucas, Gerês: Património Vivo, de Grupo Greculeme, A Grande Barragem, de Fernando Santos e Rui Teigão, Homens Suspensos, de Pedro Sena Nunes, Ilha de Todos-os-Começos, de António Marques, Ilha do Fogo – Portugal no Coração, de António Barreira Saraiva, Imobiliário, A Última Praga do Sobreiro, de Sofia Leite, LISBOA – BOA 345dt, de Edgar Pera, Litoral Alentejano entre as Urbanizaçôes e o Mar, de Paula Colaço), Marés Errantes, de António Pinto, Sérgio Augusto, Maria João, Tânia Ferreira, Nut, de Paulo Cancela de Abreu, O Paul de Tornada, de Vitor Beja, Perceveiros, os Cavadores do Mar, de Ana de Frias, Planeta Azul – O Algarve Desordenamento, de Paula Colaço, Póvoa Dão, de Silvia Alves, Processo Crime 141/53, de Susana de Sousa Dias, Reciclagem, de Mário Lino, A Ria a Preto e Branco, de Fernando Manuel Pinto, A Última Gota, de Rui Nelson e Viagens na Minha Terra I, de Antonieta Charrua.

 

Empresa Municipal de Cultura e Recreio Seia - Município de Seia - Ministério da Cultura - ICAM