Acta do Júri Internacional
Aos vinte e oito dias do mês de Outubro do ano de 2005, reuniu
o Júri Internacional do CineEco 2005, constituído por:
Andres A . Fernandez, Maria Elisa França Rocha, Oleh Yanchyk,
José Alexandre dos Santos V. Martins, Natércia Xavier,
Fernando Manuel C. Vaz Saraiva, Maria Eugénia Cardoso Lemos
e Paulo Alexandre Barata Dias.
Após a reunião, o mesmo júri
decidiu atribuir os seguintes prémios:
· Grande Prémio do Ambiente – “Estamira”
- de Marcos Prado (Brasil)
· Prémios Especial da Lusofonia - “O Coro das
Palavras”, de Carlos Brandão Lucas (Portugal)
· “Prémio Vida Natural” - “A Vida
Secreta dos Lobos” de Jacinto António Rosa Godinho (Portugal)
· Prémio “Água” - “Sede”
(Thrist) dos realizadores Alan Snitow e Deborah Kaufman (EUA)
· Prémio “Antropologia Ambiental” - “O
Velho e o seu Jardim de Pedra”, do realizador Parviz Kimiavi
(Irão)
· Prémio “Educação Ambiental”
- “Mangais” de James Ewen (Moçambique / Inglaterra)
· Prémio “Pólis” - “Salton
Sea” (Pragas e prazeres no mar Salton), filme de Chris Metzler
e Jeff Springer (EUA)
· Prémio “Resíduos”- “Terra
de Sonho” de Laila Pakalnina (Letónia)
· Prémio “Camacho Costa” - “Rain is
Falling”, (A Chuva está a cair) Holger Ernst (Alemanha)
O Júri Internacional atribuiu ainda o Prémio
de Vídeo não Profissional ao conjunto das obras de cinema
de animação apresentadas pelo Cine Clube de Viseu.
O Juri Internacional atribuiu ainda 3 Menções Honrosas:
”O Diamante Branco”, de Werner Herzog (Alemanha);
“The Meatrix” de Louis Fox (EUA)
“Wildness”, (Vida Selvagem), de Scott Millwood (Austrália).
Acta do Júri da Juventude
Aos vinte e oito dias do mês de Outubro do
ano de 2005, reuniu o Júri da Juventude do CineEco 2005, constituído
por: Ana Joana Pereira Amorim, Ana Raquel Gonçalves Marinho,
Catarina Joana Fonseca Mendes, Débora Cristina Lopes Henriques,
Gonçalo Teixeira dos Anjos, João Ribeiro da Silva, Luís
Francisco da Silva Monteiro, Moira Difelice, Filipe Ricardo Cardoso
Herdeiro, Ricardo Morgado Ferreira, Rissiele Vargas Emygdio, Rui Sousa
Dias e Tiago Ismael Diogo Lopes. Após a reunião, o mesmo
júri decidiu atribuir os seguintes prémios:
Na categoria de Ficção, o Júri
decidiu premiar com menção honrosa os seguintes filmes:
«Water», de Chris Graham (Nova Zelândia);
«Las Viandas», de José António Boret (Espanha).
O prémio, nesta categoria, foi atribuído
a:
« Rain is Falling», de Holger Ernst ( Alemanha)
Na categoria de Documentário, o Júri
decidiu atribuir as seguintes menções honrosas:
«The White Diamond», de Werner Herzog (Alemanha)
«Thirst», de Alan Snitow e Deborah Kaufman (EUA)
Nesta categoria o Júri decidiu ainda atribuir
o prémio de melhor Documentário curto a:
«Kreas», de Cristo Petrov (Grécia)
E o prémio para melhor Documentário
longo a:
«Estamira», de Marcos Prado (Brasil)
Na categoria de Animação, o Júri
decidiu atribuir as seguintes menções honrosas:
«Agricultural Report», de Melina Sidney
Pádua (Irlanda)
O prémio nesta categoria foi atribuído
a:
«Eskimo», de Júlia Aronova (Rússia)
O mesmo Júri, dada a qualidade das obras a
concurso decidiu ainda atribuir os seguintes prémios:
Na categoria de Lusofonia, o Júri decidiu:
Menção Honrosa para:
«O Coro das Palavras», de Carlos Brandão
Lucas (Portugal)
E prémio especial da Juventude para Lusofonia
para:
«A Vida Secreta dos Lobos», de Jacinto
António Rosa Godinho (Portugal)
Prémio Cultura Urbana – «The Art
and Crimes of Ron English», de Pedro Carvajal (EUA)
Prémio Ambiental para:
«Dream Land» de Laila Pkalnina (Letónia)
Finalmente, o Grande Prémio da Juventude foi
atribuído a:
«Plagues and Pleasures on the Salton Sea»,
de Chris Metzler e Jeff Springer (EUA)
Para além dos prémios atribuídos,
o Júri da Juventude não quer deixar de salientar a participação
do Cine Clube de Viseu neste festival, com 8 filmes de animação.
Consideramos este tipo de iniciativa importante por promover o interesse
pelo meio ambiente e o gosto pelo cinema nas camadas mais jovens.
Gostaríamos de salientar a oportunidade que
a organização deste evento tem vindo a dar à
participação dos jovens nas decisões de atribuição
de alguns prémios, com total liberdade de selecção.
Torna-se até um acontecimento isolado e inovador visto serem
poucos os festivais onde há um Júri com estas características.
Esta experiência foi enriquecedora para todos nós na
medida em que nos confrontou com problemas que o mundo e o seu ambiente
enfrentam. Não estamos a dizer que certas realidades nos eram
alheias, mas tivemos a possibilidade de as ver segundo uma perspectiva
diferente.
Esperamos que as pessoas que estiveram presentes neste festival não
deixem que estas mensagens que gritam por “ventos de mudança”
fiquem apenas confinadas a telas, mas que as divulguem, e assim contribuam
para a sensibilização e consequente mudança de
comportamentos e atitudes do Homem.
Três elementos do Júri, Ricardo Morgado Ferreira, João
Ribeiro da Silva, Moira Difelice, não concordaram com o método
de votação escolhido para a selecção dos
filmes premiados e decidiram excluir-se da votação,
como forma de protesto.